Conversa com Padre Jonas Abib (16/05/2005)

Postado por no 23 nov, 2013 em Palavra de Sacerdote | 0 comentário(os)

Quando fiz o Caminho em Queluz, em 92 e 93, sentia que éramos um braço da Canção Nova que se estenderia até Goiás. Nossa linguagem é a mesma. Somos uma única família que está sendo levantada aqui na Terra e que viverá no Céu eternamente. É a família daqueles que se oferecem a Deus como Maria, incondicionalmente; que vivem da fé e estão dispostos a morrer a cada dia, para que muitos reencontrem a verdadeira vida, que foi perdida pelo pecado.

A Casa de Maria é o útero de Nossa Senhora que gerará santos e santas para Deus. Esta gestação não acontece em massa e, sim, individualmente, quando muito em número bem restrito.

Voltando lá nos inícios, o nosso desejo era oferecer o terreno à Canção Nova para estender a obra até o coração do Brasil. Esta foi a inspiração que José teve em 87, quando estávamos diante de um Projeto tão grande para nós.

Resposta do padre

Esta casa tem uma história. Ela era impossível de ser levantada . Por isso não devemos passá-la para ninguém, mesmo que fique fechada e sem uso.
Este é um lugar de refúgio que Deus preparou para vocês no momento futuro. É uma reserva que deverá ser guardada, cuidada e mantida aparelhada para os tempos futuros.
Não podemos nos despojar de um dom de Deus. Pelo contrário, temos que zelar dele e ter um coração agradecido.
A onda contra Deus está muito forte e tem uma porção dela dentro da própria Igreja. Dentro da Igreja vai haver uma separação das águas, do joio e do trigo.
João Paulo II preparou tudo para uma nova evangelização, mas o mundo não quer e se levanta contra Deus.
Vão vigorar leis que não são de Deus. E Deus reservou esta casa para estes tempos difíceis que virão.

No final, Padre Jonas lembrou do José. Lembrou que, no começo, ele não se envolvia tanto e, no final, deu a vida por esta obra. Ele está junto de Deus, intercedendo por este lugar. Peçam a ele!, disse-nos.

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