Palavras da Fundadora

Casa de Maria, Projeto de Deus

Postado por no 29 nov, 2020 em Palavras da Fundadora | 0 comentário(os)

Casa de Maria, Projeto de Deus

As mensagens que o Céu quer transmitir ao mundo são: confiança, entrega, abandono, busca de refúgio no coração de Jesus e de Nossa Senhora, neste momento final. É preciso não ter medo, cultivar a vida interior, deixar-se gerar e formar pela mãe formadora, para não sucumbir, até se transformar e voltar a ser imagem e semelhança de Deus. É preciso viver a pureza e o amor doação, buscar incessantemente a santidade de vida, fazer em tudo a vontade de Deus, sacrificar a própria vida para a salvação e santificação da humanidade. Para isso, Ele quis que se criasse esse lugar e aqui se construísse um Santuário cujo centro é a Eucaristia. Quis também que, diante da presença viva de Jesus ressuscitado, todos se rendessem, se entregassem e se abandonassem para que Ele realizasse em nossas almas a Sua vontade, o Seu plano de salvação e santificação. O Senhor nos pediu há anos (1996) a construção do Santuário, através da Palavra ( Êxodo 35,4-29 e 36,1 a 7. Ele foi feito com a ajuda do povo que fazia suas doações através de dinheiro e mão de obra. Mais tarde, Ele confirma Seu pedido através da passagem bíblica, Ezequiel 45, 46, 47 e 48 e acrescenta mais uma construção: a Casa do Príncipe (Jesus), a casa dos celibatários, aqueles que morrem para que Cristo viva neles “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim”. Disse que aqui viriam as pessoas necessitadas de restauração, cura, libertação. Isso quando Ele nos mostrou a árvore da restauração, doente e semimorta. Aconteceu e acontece aqui a realização desta promessa de Deus, embora não se perceba. Aqui vem os doentes, não só do corpo, mas da alma. Muitos cuidam das doenças do corpo, mas poucos se dedicam às doenças da alma. Aqui é um hospital, um local onde as pessoas são acolhidas, tratadas e recuperadas. Os remédios são Eucaristia, Palavra de Deus, amor fraterno e oração. Aqui não é lugar de “aparições” de Nossa Senhora. É lugar de experimentar a sua presença, sua ternura e seu amor de mãe. Aqui ela aponta para o seu Filho, como único Senhor que deverá reger nossa vida. Aqui, a experiência de Jesus vivo dentro de nós nos revela o Pai amoroso, misericordioso, supremo bem e fim último de todas as coisas. Casa de Maria, projeto de Deus e não de homens, obra divina e por isso sofre tantos ataques e empecilhos para a sua realização. Os planos de Deus se realizam à custa de muito sacrifício e muita...

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ESTA OBRA É UMA GERADORA DE SANTOS, UMA OBRA DE SALVAÇÃO

Postado por no 29 nov, 2020 em Palavras da Fundadora | 0 comentário(os)

ESTA OBRA É UMA GERADORA DE SANTOS, UMA OBRA DE SALVAÇÃO

Estou só. Ouço apenas o cântico dos pássaros que circundam a capela Sagrada Família. Mergulho no abismo do meu coração, adoro, contemplo e desfruto da presença amorosa e silenciosa do meu Deus. Ele está aqui. Ele me acolhe, me olha e me vê como sou e estou. Ele me ama. Trocamos olhares amorosos e puros. Sou dele, pertenço a Ele e isto me basta. As lágrimas descem dos meus olhos. São lágrimas de amor, de alívio e de alegria por ter encontrado o caminho interior ao que Deus me chama. O caminho da confiança, do abandono, livre de perturbações, preocupações e aflições. O caminho da pobreza, dependendo unicamente do meu Senhor. Preciso de tão pouco para ser feliz. Preciso unicamente de deixar Deus ser Deus em minha vida. O tempo de vida terrena é tão curto em comparação à eternidade; é o tempo suficiente para entrarmos na glória eterna, na nova Jerusalém, em “novos Céus e nova Terra”. Quero continuar só. Mesmo no meio do convívio com outras pessoas, é necessário que eu permaneça a sós com Deus, para ouvi-lo, permitir que Ele viva em mim, percebê-lo no meu irmão e obedecê-lo com exatidão.Tudo que é exterior me desvia e me esvazia. Só Ele me preenche e me dá forças para permanecer no caminho.Estou a caminho da minha eterna morada: o Céu, a união plena com o divino que nos diviniza. Meu Deus, meu Pai, meu Criador, o teu amor me cura, fortalece e me faz reviver. Estava morrendo, com fome e sede deste amor que atrai, salva e liberta. Após momento de silêncio e adoração, o Senhor se manifestou: “Esta obra é uma obra de amor. E obra da minha misericórdia, salvação e purificação. Ela existe para gerar santos; os santos que preciso para manifestar o meu amor a este mundo incrédulo, vazio e sem expressão; os santos que iluminarão este mundo em trevas, mergulhado na escuridão do pecado e da ausência da graça. Venha, filha, achegue-se a mim! Quero guardá-la no meu coração. Aqui é o meu coração, é o lugar da graça. Aqui é um oásis da água viva do meu Espírito que quer jorrar e saciar a sede dos que caminham pelo deserto deste mundo árido e sem Deus.Seja fecunda! Gere santos e santas para o Céu, regando as almas com suas lágrimas, cansaço, renúncias e dores. O sofrimento final de José, seu jejum forçado pela doença, sua aceitação resignada e sua fidelidade a mim foi como o sangue dos mártires e dos apóstolos que regou e tem regado a Igreja e o cristianismo até hoje. Aqui é uma sementeira, lugar que escolhi, preparei, adubei e reguei para que seja uma geradora, onde brotam e crescem as mudas que são transportadas para os canteiros do meu jardim, que é a Igreja, o meu povo escolhido, meus filhos que viverão comigo eternamente. Não desista! Não desanime! Cultive as sementes, regue-as, deixe que sejam replantadas em outros canteiros, embelezando, cada vez mais o meu Jardim, a minha Igreja” (Casa de Maria é a sementeira, é o útero onde se vive o Evangelho onde se cuida das sementes, com Amor e Fé. Permanecem aqui durante o tempo da...

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Bem aventurada és tu que acreditaste

Postado por no 29 nov, 2020 em Palavras da Fundadora | 0 comentário(os)

Bem aventurada és tu que acreditaste

Inicio da obra espiritual – março de 1995 (Após 15 anos pude compreender o projeto de Deus) Entrei na capela, louvando a Deus pelo silêncio e solidão que experimento aqui na Casa de Maria. Pedi-lhe uma fé firme e inabalável. Lembrei-me do cartão que Padre Jonas me enviou, em março de 1995, em que ele dizia: “A tua persistência alimentou a fé dos outros”. Veio-me à mente toda a mensagem do cartão onde o Padre disse para mim as mesmas palavras que Isabel proferiu a Nossa Senhora, quando Maria foi visitar sua prima. “Bem aventurada és tu que acreditaste, pois se há de cumprir todas as promessas da parte do Senhor” Caí em mim, neste momento, e compreendi muitas coisas. Percebi que, até então, a obra material estava iniciada e naquele cartão estava o marco de início da obra espiritual que aconteceria e acontece aqui neste lugar. Naquele momento, Deus começou a falar convocando-me para eu me retirar, recolher-me, isolar-me para ouvi-lo, para escutar o que Ele queria me comunicar. Isso foi em 29 de março de 1995. Obedeci. No dia seguinte estava eu, sozinha, na casinha de Nazaré, em oração e aguardando a revelação da vontade de Deus. Foi ali que tudo começou. E eu digo que ali foi a nascente de toda esta obra de restauração interior, para resgatar a santidade original perdida pelo pecado. Ela existe para gerar santos e santos para a Igreja. Dentro de mim está tudo muito vivo. Nunca irei me esquecer das experiências profundas de Deus que aconteceram naquela casinha, neste lugar santo que Deus escolheu para derramar sua misericórdia no coração de Seus filhos. Meu Deus, olhando para minha vida, vejo que ela não teria sentido se o Senhor não tivesse olhado para mim e me arrancado do mundo e suas futilidades e me trazido para o Seu coração de Pai. Aí é o meu lugar. Casa de Maria é o coração de Jesus e o ventre de Maria, o ventre que gerou o meu Senhor que continua sendo gerado em nossas vidas. Jesus, meu rei, meu tudo, meu amado, estou aqui e permanecerei aqui até que venhas me buscar. Comigo estarão outros que o Pai escolheu e determinou guardá-los no teu coração. São pessoas tementes a Deus, dóceis, corajosas e determinadas, como eu. É preciso coragem para mergulhar neste abismo infinito de Amor e misericórdia que é o abraço do Pai. Nada me atrai, nada me encanta que não seja o “estar” em Deus. Saboreio a presença silenciosa e amorosa daquele que é, que está e que permanecerá para sempre. Nós é que não o percebemos. Senti uma voz no meu íntimo: “Não te preocupes, filha, com as vocações para esta obra. Ela é iniciativa minha e não tua. Cabe a mim decidir a hora e o momento exato de Eu agir. Ainda não chegou o tempo. Está sendo tudo preparado para aqui ser o refúgio para os meus eleitos. Por isso, Eu a quis independente, não dependente de nada, nem ninguém, só dependente de mim. Por isso Eu a quis livre para agir, segundo as minhas orientações. Não queira a casa cheia. Aqui não é lugar de multidões. Aqui é lugar de experiência do meu amor e esta experiência não se dá em massa. Ela acontece num relacionamento íntimo, tu a tu. Ela é para poucos. Sabei esperar. Comunique aos outros que aqui é e será aquilo que Eu quero e não o que querem que seja. Aos poucos darei acabamento à obra que inicia em você e em todos que se entregarem a...

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