Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo!
Quando pensamos em Maria, pensamos numa jovem de fé, temente a Deus, uma jovem de oração. No momento da anunciação, certamente ela estava em oração, em comunhão com Deus, retirada do barulho e das coisas que esvaziam.Quando pensamos em Maria, pensamos numa criatura que foi cheia da graça, plena do Espírito de Deus e, por isso, canal da Salvação, morada de Deus, primeiro templo do Espírito Santo.
Maria foi a criatura perfeita, modelo da nova criação resgatada por Jesus, pela Sua morte e ressurreição. Foi a primeira a experimentar a plenitude do Espírito Santo, na sua concepção, na encarnação e na manhã de Pentecostes, quando nasceu a Igreja.
Na Encarnação, para ser mãe de Jesus e, em Pentecostes, para ser mãe da Igreja, mãe da nova humanidade redimida por Jesus. Maria foi a primeira a viver a vida no Espírito. Foi a primeira a carregar Jesus em seu seio e a primeira a ser glorificada no Céu.
Em Canaã, deixa-se guiar pela moção do Espírito, impulsiona Jesus aos sinais messiânicos e à Sua missão evangelizadora. Maria, presente no calvário, recebe antes de todos, aos pés da cruz, o Espírito Santo de Seu Filho, derramado sobre toda a humanidade e ali recebe a missão de uma nova maternidade: a maternidade de todos no Espírito.
Maria gera vida divina nas almas. Ela foi tudo isso porque se entregou a Deus incondicionalmente, fazendo a vontade do Pai. Permitiu que Ele realizasse o Seu plano até o fim, até o momento da morte de Seu Filho, porque ela acreditava na ressurreição. Portanto, a primeira condição para sermos cheios do Espírito Santo é a obediência a Deus em tudo, como Maria, submetendo-se à Sua vontade e aos Seus desígnios.
Em tudo sempre deu graças, acreditando que tudo concorre para o bem dos que amam a Deus. A criatura que se abandona em Deus experimenta a plenitude da vida divina e passa a ser presença de Deus no mundo. Porque creu, nela se cumpriu tudo que lhe tinha sido anunciado.
Maria, na sua humildade, reconheceu que tudo que lhe acontecera era obra e Deus. Comunicou Jesus a Izabel com sua própria presença e exultou no Espírito cantando o Magnificat. Outra condição para ser cheio do Espírito , além da obediência, humildade, gratidão e louvor a Deus é o silêncio interior gerado pela fé. Faria guardava tudo em seu coração, meditava tudo sem entender.
Não perdia a fé nem a total confiança no amor do Pai. Na anunciação, ela silenciou e guardou o segredo de Deus a José, deixando que o Senhor lhe revelasse segundo a Sua vontade. Nem precipitou em fazer sua defesa. No desaparecimento de seu Filho, no encontro no templo entre os doutores, Maria, sem compreender as suas palavras, não questionou. Silenciou. Era uma antecipação da futura separação, o primeiro golpe para um coração de mãe.
O Espírito Santo não cessava de lhe recordar, no íntimo da alma, as coisas vistas e ouvidas. Durante toda a sua vida foi assim. No calvário, em pentecostes, sua fé fortalecia a fé dos discípulos. Mais outra condição para sermos cheios do Espírito é a fidelidade até ao fim, permanecermos firmes ao pé da cruz, até o momento de Jesus ser crucificado em nós, acreditando na ressurreição, no fruto que virá daquela morte, daquela entrega total, daquela dor.
Por isso, Maria nos aparece como modelo daqueles que, deixando-se guiar pelo Espírito, acolhem e conservam no coração - como a boa semente - as palavras da revelação, esforçando-se por compreendê-las o mais possível, a fim de penetrar nas profundezas do mistério de Cristo.
Como ficar cheio do Espírito?
1- Espelhando-nos na vida de Maria, o modelo da nova criatura e deixando crescer em nós as suas virtudes e o seu semblante.
2- Ouvindo e colocando em prática as suas mensagens de penitência, conversão e vida sacramental. Onde está Maria está o Espírito Santo.
3- Oração contínua com Maria, através do terço diário.
4- Descobrindo em nós este potencial de Maria, a nova criatura e a mulher de Deus que somos, assumindo esta nossa verdade com convicção e fé.
5- Não agindo a partir da nossa sensibilidade ferida, da carne, do egoísmo, mas sim a partir do espírito, do mais profundo de nós mesmos Devemos nos consagrar ao Espírito Santo para que Ele realize os planos que Deus tem para nós.
Devemos pedir, todos os dias, o batismo no Espírito para caminharmos guiados por Deus e não por nós mesmos.
6- Deixando-nos restaurar, curar interiormente, cair as máscaras, quebrar toda nossa resistência, entregarmo-nos por inteiro nas mãos de Deus.
Os filhos de Deus estão cansados, feridos, machucados e é preciso restaurá-los, reanimá-los, fortalecê-los no perdão e no amor. É preciso atingir a meta que é a santidade de Deus em nós, como Maria, a obra prima, perfeição do Pai. Maria, por que choras?
Maria de Nazaré é aquela que fez, em tudo, a vontade de Deus Pai e que recebeu de Jesus Cristo a missão de ser "Mãe da Igreja". Por isso, é tomada de grande tristeza ao ver a situação degradante da maioria de seus filhos, vivendo neste mundo totalmente alheios às verdades eternas, enganados pelo pai da mentira e inimigo de Deus. Nossa Senhora chora ao ver a inocência das crianças sendo roubada e a malícia penetrando em suas mentes e corações, através dos adultos e dos maus programas de TV que têm ferido a primeira vocação cristã, que é a santidade.
Nossa Senhora chora ao ver famílias inteiras se desintegrando pelo egoísmo, desunião, desamor, incredulidade e afastamento de Deus que está presente nos Sacramentos e Magistério da Igreja, nas Sagradas Escrituras e no interior do homem. Nossa Senhora chora pela Igreja e, de modo especial, pelos sacerdotes, em La Salete, quando vê seus filhos prediletos sendo atingidos pelo mal que os têm levado a uma crise de fé e contra testemunho.
Por fim, a dor de Nossa Senhora chega ao extremo, vendo que pouco tempo resta para o encontro do Céu e da Terra, quando Jesus voltará para julgar os homens e recolher o que é Seu, aqueles que foram gerados e formados pela Virgem Maria e que se deixaram purificar nesta vida terrena.
Por isso, ela está chamando seus filhos a entrarem na arca da salvação, a mergulharem em seu coração de mãe, a se colocarem debaixo de sua proteção e se esconderem nela que venceu o maligno, esmagando sua cabeça. A mensagem que nós, filhos de Maria, deixamos a todos é este apelo do Céu, especialmente para você: entre na Escola de Maria e aprenda com ela a "fazer tudo que seu Filho lhe disser".
Salve Maria!!!
Maria, por que choras?
Maria de Nazaré é aquela que fez, em tudo, a vontade de Deus Pai e que recebeu de Jesus Cristo a missão de ser “Mãe da Igreja”. Por isso, é tomada de grande tristeza ao ver a situação degradante da maioria de seus filhos, vivendo neste mundo totalmente alheios às verdades eternas, enganados pelo pai da mentira e inimigo de Deus.
Nossa Senhora chora ao ver a inocência das crianças sendo roubada e a malícia penetrando em suas mentes e corações, através dos adultos e dos maus programas de TV que têm ferido a primeira vocação cristã, que é a santidade.
Nossa Senhora chora ao ver famílias inteiras se desintegrando pelo egoísmo, desunião, desamor, incredulidade e afastamento de Deus que está presente nos Sacramentos e Magistério da Igreja, nas Sagradas Escrituras e no interior do homem.
Nossa Senhora chora pela Igreja e, de modo especial, pelos sacerdotes, em La Salete, quando vê seus filhos prediletos sendo atingidos pelo mal que os têm levado a uma crise de fé e contra testemunho.
Por fim, a dor de Nossa Senhora chega ao extremo, vendo que pouco tempo resta para o encontro do Céu e da Terra, quando Jesus voltará para julgar os homens e recolher o que é Seu, aqueles que foram gerados e formados pela Virgem Maria e que se deixaram purificar nesta vida terrena.
Por isso, ela está chamando seus filhos a entrarem na arca da salvação, a mergulharem em seu coração de mãe, a se colocarem debaixo de sua proteção e se esconderem nela que venceu o maligno, esmagando sua cabeça.
A mensagem que nós, filhos de Maria, deixamos a todos é este apelo do Céu, especialmente para você: entre na Escola de Maria e aprenda com ela a “fazer tudo que seu Filho lhe disser”.
Salve Maria!