“Sou Eu! Acreditai, sou Eu!
Sou Eu que estou aqui ansiando ser recebido por Vós. Sou Eu que me escondo neste pedaço de Pão, para ser revelado a todos aqueles que me buscam com amor e não por conveniência ou imposição.
Sou Eu, filha minha. Eu me dou inteiramente a vós, todas as vezes que abris o vosso coração e escancarais a vossa alma para Eu entrar e ali fazer morada até que faça dela minha morada permanente.
Eu me entristeço quando sou desprezado, desacreditado e abandonado neste sacrário de pedra, de metal ou de madeira.
Os corações dos meus amados filhos, pelos quais dei a vida, encontram-se assim: petrificados como a pedra, frios como os metais, secos como a madeira; sem vida, sem beleza e sem amor.
Sofro ao vê-los assim tão distantes de mim e do meu amor.
Quero ser adorado num sacrário de carne, alimentado pelo meu sangue, revigorado pelo meu Espírito. Este sacrário é o vosso coração e o coração de todos aqueles que vem a mim, com fé e confiança no meu poder transformador.
Ide e ensinai meu povo a me buscar e me adorar.
Ide e levai-me a todos aqueles que estão cansados e oprimidos.
Ide e comunicai o meu amor e a minha misericórdia a todos que dela necessitarem.
Não tenhais medo de errar. Não tenhais medo de não ser aceita. Ninguém resiste ao meu amor. Ninguém resiste à graça que depositei em vós.
Tenho pressa, muita pressa de salvar o meu povo antes que as coisas anunciadas aconteçam.
Vou chacoalhar este mundo rebelde e sem Deus. Vou prová-lo como se prova a prata e o ouro ao fogo. Vou separar os meus e retirá-los deste mundo invadido pelas trevas. Não uma treva exterior, mas treva interior que os impediu de enxergar a verdade que implantei nos corações a quem Eu visitei, no dia do Batismo.
Acolhei a verdade! Acolhei a graça! Acolhei o amor!
Eu sou o amor. Sou a luz. Sou a paz.”